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Bitcoin: Analista Não Acredita Que o Domínio Do Bitcoin Esteja Voltando a Subir.

Analista Benjamin Cowen antecipa que a dominância do Bitcoin deverá alcançar seu “movimento final” de 60%

Bitcoin: Analista Não Acredita Que o Domínio Do Bitcoin Esteja Voltando a Subir. O antecipa que a dominância do Bitcoin deverá alcançar seu “movimento final” de 60% em setembro ou, no mais tardar, em dezembro de 2024. Um respeitado analista de criptomoedas manifesta ceticismo sobre a possibilidade de que a dominância do Bitcoin volte a atingir os patamares vistos em dezembro de 2020, quando o valor do ativo subiu cerca de 220% em apenas três meses.

 

“Não acredito que chegue a 70%; minha expectativa para a dominância do Bitcoin sempre foi de 60%”, comentou Benjamin Cowen, fundador do Into The Cryptoverse, durante uma entrevista ao The David Lin Report no dia 17 de agosto. Cowen expressou reservas sobre a possibilidade de o domínio do Bitcoin retornar aos altos níveis do ciclo anterior.

Explicando que em períodos de “grandes temporadas de altcoins”, como a de 2021, a dominância do Bitcoin (BTC, cotado a R$325.917) – que mede a participação do Bitcoin na capitalização total do mercado de criptomoedas – costuma diminuir, mas tende a “retornar lentamente” aos seus níveis anteriores após “um colapso”. Entretanto, neste ciclo atual, ele demonstra maior confiança de que, mesmo quando o Bitcoin alcançar seu ponto máximo de dominância, não replicará o mesmo nível de interesse observado anteriormente.

“Creio que há espaço para o Ethereum e diversas outras criptomoedas”, acrescentou Cowen.

Ele está convicto de que o Bitcoin “fará aquele movimento final” em direção a 60% já em setembro ou até o fim de dezembro. No momento em que este texto foi divulgado, a dominância do Bitcoin era de 57,36%, com um aumento de 4,25% desde 18 de julho, conforme dados do TradingView. Desde 1º de janeiro, a dominância do Bitcoin subiu 11,20%. Fonte: TradingView. Por outro lado, o trader de criptomoedas conhecido como Kaleo afirmou recentemente a seus 643.700 seguidores que a dominância do Bitcoin pode já ter atingido seu auge.

 

 

Estou bastante convicto de que este é o ápice do ciclo para a dominância do Bitcoin”, declarou Kaleo em uma postagem datada de 9 de agosto, quando a dominância do Bitcoin girava em torno de 57,50%. “Não chegando assim aos 60% que eu estava esperava – o que por um lado é bom, pois isso poderia te sido complicado”, eles comentaram. Kaleo acredita que a verdadeira fase das altcoins começa a partir do momento em que o domínio do Bitcoin cai abaixo de 50%. Os traders, em geral, buscam indícios de que o domínio do Bitcoin está no seu ápice como um sinal para vender Bitcoin e realocar investimentos em ativos alternativos, como as altcoins.

 

Bitcoin: Analista Não Acredita Que o Domínio Do Bitcoin Esteja Voltando a Subir.

Bitcoin: Analista Não Acredita Que o Domínio Do Bitcoin Esteja Voltando a Subir.
Analista Não Acredita Que o Domínio Do Bitcoin Esteja Voltando a Subir. – Créditos Freepik: www.freepik.com

A dinâmica do domínio do Bitcoin é distinta neste ciclo. Em dezembro de 2020, o domínio da criptomoeda alcançou 70,23% antes que seu valor subisse cerca de 220%, atingindo US$ 61.283 em março de 2021, apenas quatro meses depois, segundo dados da CoinMarketCap. Cowen observou que a situação do domínio do Bitcoin é “mais complexa” em 2024 em comparação a 2019, quando chegou a um pico ligeiramente acima de 71%, devido ao fato de que a capitalização de mercado das stablecoins era bem menor naquele período.

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A Cowen sugere que se deve somar a participação de mercado do Bitcoin à do Tether (USDT) para determinar o seu “domínio de voo para a segurança”. Em uma conversa no dia 17 de agosto, ele comentou que esse valor combinado gira em torno de 63%, um patamar semelhante ao registrado em junho de 2019, antes do Federal Reserve dos Estados Unidos Americanos reduzir as taxas de juros.

No momento da escrita, a participação de mercado combinada do USDT e do Bitcoin é de 63,07%. Revista: A inteligência artificial já consome mais energia do que o Bitcoin e pode representar uma ameaça para a mineração dessa criptomoeda. Fique atento ao Cointelegraph Brasil para as últimas notícias em tempo real: estamos presentes no X, no Telegram, no Facebook, no Instagram e no YouTube, oferecendo análises, opiniões de especialistas, entrevistas e atualizações sobre o mercado de cripto e blockchain no Brasil e na América Latina.

O que é o Bitcoin?

O Bitcoin (BTC) é a primeira e mais renomada criptomoeda do planeta, criado em 2009 com o objetivo de servir como uma alternativa rápida e segura ao dinheiro convencional. Na prática, o Bitcoin funciona como uma moeda, semelhante ao real ou ao dólar, mas possui a particularidade de ser totalmente digital e descentralizada, o que significa que nenhum governo ou instituição financeira controla seu uso.

Adicionalmente, o valor do Bitcoin é altamente volátil e, desde seu lançamento, teve um crescimento exponencial, passando de alguns centavos para centenas de milhares de reais. Isso faz do Bitcoin uma opção de investimento interessante, desde que realizada de forma ponderada.

Como funciona o Bitcoin?

Ao contrário do dinheiro tradicional, o Bitcoin não tem representação física em moedas ou notas. Sua operação ocorre exclusivamente pela internet, apoiada em uma tecnologia inovadora conhecida como blockchain. A blockchain pode ser considerada o “sistema mágico” que garante o funcionamento fluido de toda a rede do Bitcoin.

Como o próprio nome sugere, a blockchain do Bitcoin consiste em uma sequência de blocos gerenciada por uma vasta rede de computadores distribuídos globalmente. Esse modelo se destaca pela sua segurança, já que, ao longo de toda a história do Bitcoin, nunca houve uma violação de seus dados.

Além disso, grandes corporações ao redor do mundo têm adotado essa tecnologia para aprimorar a eficiência e a transparência em suas operações. O Bitcoin, assim como outras criptomoedas, serve como um excelente meio de transferência de valores, permitindo enviar dinheiro para qualquer parte do planeta a qualquer hora, com taxas significativamente inferiores às cobradas pelos bancos.

Quais são os benefícios do Bitcoin?

Apesar de ferramentas como internet banking, cartões de crédito e PIX possibilitarem o uso digital do dinheiro, o sistema financeiro tradicional ainda apresenta diversas falhas. Desafios como a hiperinflação, a burocracia excessiva e a dificuldade de acesso aos serviços financeiros impactam a vida de milhões de pessoas, e o Bitcoin surge para enfrentar essas questões.

Trata-se de uma criptomoeda global, descentralizada e de fácil acesso. Sua criação é intencionalmente limitada a 21 milhões de unidades. Esse fator torna o Bitcoin diferente do dinheiro tradicional, já que não pode ser produzido de forma excessiva. Isso ajuda a evitar a inflação e favorece a valorização da moeda.

Com o Bitcoin, você detém total controle sobre seu dinheiro. Portanto, tudo o que é necessário é confiar na tecnologia que fundamenta essa inovação, reconhecida como uma das mais seguras do planeta.

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